Milena Dutra
Apenas para complementar o post escrito pela colega Margarida Leal, reuni outros estudos sobre o tema proposto, vejam:
Artigo interessante:
Exercício físico como tratamento na osteoartrite de quadril: uma revisão de ensaios clínicos aleatórios controlados.Rev. Bras. Reumatol. v.46 n.4 São Paulo jul./ago. 2006
Os exercícios tem por objetivos:
Impedir a progressão da doença
Promover manutenção do quadro
Exercício não necessariamente curativo, mas preventivo de perdas de FM e ADM
Outros Estudos:
BASMAJIAN (1980), exercícios sem resistência, são úteis para manter ou aumentar a amplitude de movimento (AM) articular. Podem ser realizados passivamente, através do terapeuta, ou ativamente, com ou sem ajuda do terapeuta.
É importante a realização diária de exercícios ativos livres sem carga, pois promovem o movimento das superfícies articulares, umas sobre as outras, aumentando a nutrição da cartilagem articular (SOBAM, 2003)
Na fase aguda:
Exercícios isométricos, limitando a contração em um só ângulo de movimento (evitar sobrecarga) na articulação . Executar 3 contrações máximas de vinte segundos ou 1 a 6 contrações de três a seis segundos com pausa de vinte segundos de descanso (HALL e BRODY,1999)
Treinar 3 x semana de exercícios isométricos é uma proposta mais segura e tolerável do que exercícios dinâmicos na fase aguda (SHANKAR 1999).
Na fase crônica:
Exercícios dinâmicos são mais indicados na fase crônica. Treinar 3 x semana, em cadeia cinética aberta progredindo para fechada, com pouca carga, poucas repetições (8-10), de uma a três séries, com menor arco de movimento, com pausa de descanso, aumentando gradativamente as repetições, a sobrecarga e a amplitude. (HALL e BRODY 1999 , KAUFFMAN 1999 , SHANKAR 1999).


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