Magreza, sinônimo de saúde?!

Marcelo Pereira e Luzimar Teixeira

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Mulher magra, com uma fita métrica ao redor da cintura

Academias e clubes com salas lotadas, spas com agenda cheia… A imagem do corpo perfeito, muitas vezes incitado pela mídia, tornou-se nos últimos anos desejo de homens e mulheres. O corpo magro passou a ser visto como objeto de status social, proporcionando o mesmo prazer que usar uma peça de roupa de uma grife famosa ou possuir um automóvel. Obviamente, todos nós sabemos que o excesso de peso e a obesidade são extremamente prejudiciais a saúde; porém, um estudo publicado recentemente na conceituada revista Nature Genetics sugere que, nesse caso, as aparências também enganam.

Os pesquisadores do Institute of Metabolic Science (Cambridge, Inglaterra) identificaram que indivíduos magros apresentam uma variação do gene IRS1, o qual é responsável por reduzir a gordura subcutânea, mas, não possui efeito sobre a gordura visceral (aquela que fica ao redor de órgãos vitais, como coração e fígado, por exemplo).

A pesquisa envolveu estudos genéticos com mais de 76 mil pessoas e concluiu que não são apenas os indivíduos obesos que podem estar predispostos às doenças metabólicas provocadas pelo acúmulo de gordura visceral. Além disso, os indivíduos magros não devem pressupor que são saudáveis baseados apenas em sua aparência. Esses resultados, de certa forma, esclarecem por que uma boa parte dos indivíduos com diabetes do tipo 2, cerca de 20%, é magra apesar do distúrbio metabólico que apresentam.

A obesidade é prejudicial, mas a magreza não deve ser entendida como sinônimo absoluto de saúde, significando que os magros podem ficar despreocupados. Aos profissionais da Educação Física é importante a constante atualização dos conhecimentos, uma vez que variações genéticas e os possíveis riscos associados estão em voga na literatura científica.

Para maiores informações, acesse:

http://www.nature.com/ng/journal/vaop/ncurrent/full/ng.866.html





Postura: conceitos básicos

Milena Dutra e Luzimar Teixeira

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Vista lateral e posterior do corpo humano

Quando se fala em postura logo pensamos em uma pessoa imóvel, em pé e com determinados pontos anatômicos alinhados, mas postura é a posição do corpo em geral, independente da posição, com ou sem movimento e com os pontos anatômicos alinhados ou não.

O estudo da postura está fortemente vinculado a abordagens biomecânica e fisiológica, ficando assim restrita ao estudo da ação de forças físicas internas e externas sobre a postura, mas a determinação da posição do corpo no espaço depende de diversas variáveis. Além das forças físicas temos os mecanismos internos de controle.

A postura é a atitude adotada pelo conjunto de articulações do corpo em determinado momento permitindo a estabilidade corporal. O alinhamento correto destas articulações permite uma eficiência fisiológica e biomecânica máxima, o que minimiza estresses e sobrecargas infligidas ao sistema de apoio pelos efeitos da gravidade.

Este estado de equilíbrio musculoesquelético protege as estruturas de sustentação do corpo em relação a lesões ou deformidades progressivas. Posturas inadequadas geram pequenas sobrecargas anormais sobre as articulações, que quando repetidas diversas vezes durante um curto período de tempo promovem um efeito acumulativo podendo resultar numa patologia de origem mecânica.

O equilíbrio da estrutura corporal

A posição bípede é mantida por mecanismos reguladores do tônus postural. A ação dos ligamentos e as sensações proprioceptivas de tensão e relaxamento dos músculos atuam diretamente no mecanismo de regulação do tônus. Essa contração tônica ou tensão muscular não gera movimento (deslocamento), fixa as articulações para manter os segmentos corporais em suas posições e oferece oposição a tentativas de modificações.

Teoricamente, uma linha de gravidade deve passar por determinados pontos, mas na realidade cada indivíduo desenvolve o seu equilíbrio, podendo assim a referida linha passar ora à frente ora atrás de determinada articulação. A atuação dos mecanismos do tônus impõe variações de equilíbrio de indivíduo para indivíduo que oscilam ao redor de uma posição média, constituindo assim o que chamamos de atitude. Sendo o equilíbrio na posição ereta um desequilíbrio permanente mas constantemente compensado, essa atitude representa a solução pessoal para o encontro do mesmo. Todo esse mecanismo tem especial importância porque é o que mantém um adequado ajuste de tensões musculares que permitem ao indivíduo manter e recuperar o equilíbrio.

Para ganhar a  posição ereta, a criança se prepara desde quando inicia as tentativas de erguer a cabeça. Passando por diversas fases, onde as variadas experiências de movimento são importantes, a criança chega à difícil prova de equilíbrio que é ficar de pé. Ganha assim a independência e através  dela vai experimentando novas situações e movimentos que contribuirão para a estruturação das curvas de sua coluna.

Na idade escolar, a cultura impõe ‘a criança novas exigências como, por exemplo, favorecer atividades intelectuais em relação às motoras - não se pretende aqui fazer um julgamento de valor, mas lembrar que ambas são importantes - e o aumento das horas em que a criança fica sentada nos bancos escolares não tem sido uma boa contribuição para a sua estruturação postural.

A base inferior e a estruturação da postura

A estruturação da postura depende de um grande número de reações posturais estático-cinéticas que interagem. Elas combinam movimentos automáticos como ajustes de alterações, reações de equilíbrio e de endireitamento. Por outro lado, o controle postural é dinâmico e envolve numeroso tipos de padrões de movimentos coordenados e alterações do tônus muscular.

A postura e o equilíbrio da estrutura corporal estão assentados nas seguintes bases: a inferior, que são os pés e pernas, e a superior, que é a pelve, também chamada de flutuante, porque de certa forma depende da inferior para sua estabilidade.

Os pés estão anatomicamente estruturados para atender a dois objetivos fundamentais que são: sustentar/apoiar o peso corporal e locomover, mas é também sobre eles que se obtém a posição ereta e a postura. Os receptores dos músculos dos pés e os receptores de pressão sob a pele têm significativa atuação sobre a regulação da postura. Nesse aspecto, uma alteração na postura ou na coluna vertebral não deve ser visualizada simplesmente como ação e certos grupos musculares mas também o seu significado em função dos impulsos recebidos dos receptores da base inferior.

A capacidade dos pés para sustentação e locomoção depende de seus arcos. A modificação dos mesmos altera a posição dos ossos e a função dos músculos, provocando como conseqüência deficiências na postura e na marcha.

As alterações nos pés aparecem freqüentemente combinadas com as alterações na postura e nas pernas, o que provoca “efeitos em cadeia” sobre a postura e a locomoção. São causa  de dores, geralmente decorrentes da má postura, que acentuam com a atividade física. Essas dores podem se irradiar para pernas, joelhos e região lombar.

Para um desenvolvimento adequado, a estrutura corporal necessita, sistematicamente, de atividades motoras apropriadas para a prevenção de posições incorretas uma vez que as alterações, principalmente da coluna vertebral, estão associadas às intercorrências na aquisição da postura ereta.

Alterações posturais

a)   Aspectos cinesiológicos:

A coluna vertebral analisada como uma estrutura mecânica, que é submetida a uma série de forças complexas regidas pelas leis da física, é uma haste móvel que desempenha duas funções completamente antagônicas e centrais para o comportamento motor do ser humano: é o eixo de movimentação e de sustentação do corpo. Esta é a razão de sua complexidade, o que torna o conhecimento da mesma essencial para os profissionais que atuam com o movimento humano.

Cada região da coluna possui uma mobilidade particular, que deve ser conhecida para que se possa fazer solicitações adequadas. Além disso é importante saber que as cargas não são homogeneamente distribuídas ao longo da coluna vertebral.

b)  Causas:

São inúmeras as causas de alterações posturais e quase sempre atuam conjuntamente: atividades físicas básicas insuficientes no desenvolvimento, deficiência protéica na alimentação, alterações respiratórias, vícios posturais, excesso de peso corporal, alongamento ou encurtamento muscular exagerados, anomalias ósseas congênitas ou adquiridas e problemas de ordem psíquica (muitas vezes inconsciente).

c)   Conseqüências:

As conseqüências são diversas: problemas no equilíbrio, alterações nos discos intervertebrais, alterações torácicas e consequentemente na mecânica respiratória, dores generalizadas nas costas, alterações estéticas e funcionais.

As alterações posturais são desvios que podem afetar qualquer estrutura óssea do corpo, mas frequentemente atinge a coluna. As principais alterações posturais são: Escoliose, Hipercifose e Hiperlordose da coluna vertebral.

Para avaliar uma alteração postural o ortopedista, isioterapeuta e o educador físico realizarão uma série de testes com o indivíduo em pé, sentado, e ao caminhar. Após a detecção das assimetrias através da observação da estrutura óssea do indivíduo será indicado o melhor tratamento e os corretos exercícios. Vale a pena ressaltar que quanto mais precoce é a detecção de uma alteração angular, mais facilmente é sua correção, um resultado fidedigno vai depender da maturação e estruturação da curva, quanto mais estrutural ela for mais difícil será sua atenuação. Idade, raça, etinia, fatores endócrinos e patologias associadas devem ser levadas em consideração.

No próximo post começaremos a entender quais são os desequilíbrios musculares, etiologia e fisiopatologia de cada alteração postural: hipercifose, hiperlordose e escoliose. Por onde vocês querem começar?






Lesões músculoesqueléticas: o que é preciso saber?

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Logo Phorte TV

Acesse o site: www.phortetv.com.br e tire suas dúvidas.

Professor Drd. Alexandre Evangelista em um bate papo com a professora Msd. Milena Dutra, sobre diversos assuntos referente as principais lesões músculoesqueléticas que comprometem a funcionalidade corporal.

Descubra o que fazer em caso de tendinite, osteoartrite, alterações angulares de joelho e posturais, rotura de manguito e muito mais…..

Previna-se, cuide de você e da sua saúde.

Converse com eles ao vivo no programa PIKETOTAL , que vai ao ar nesta Terça- Feira dia 14/06 as 16:00h.





Cursos de Extensão UGF II - Inglês para Mestrado

Extensão- INGLÊS PARA MESTRADO E DOUTORADO

Publico Alvo:

Estudantes com inglês intermediário que desejam cursar, ou que já estejam cursando mestrado ou doutorado.

Carga Horária: 120h

Cidade: São Paulo

Início e Horário

Turma 1 – 03 e 04/09/2011 (Sábado e domingo, das 8h às 18h)

Turma 2 – 17 e 18/09/2011 (Sábado e domingo, das 8h às 18h)

Conteúdo Programático

- Estruturas da língua inglesa: tempos verbais (diferenças e dificuldades); grupos nominais e verbais

- Compreensão textual geral e detalhada: contextualização; coesão e coerência textuais; semântica

- Trabalhando o vocabulário desconhecido: como não depender do dicionário

- Identificação de funções retóricas de frases, parágrafos e textos

- Reconhecimento de padrões de organização textual

- O texto acadêmico/científico: trabalhando com temáticas e vocabulário específico de diferentes áreas

- Desenvolvimento de técnicas e estratégias de leitura: skimingscanning (obtendo informações gerais)

- A realização de provas: informações sobre diferentes provas (toefl, graduate record examination).

Corpo Docente

Prof. Fernando Réveilleau Teixeira

Inscrições: http://pos.ugf.br/extensao/curso/ingles-para-mestrado-e-doutorado





Cursos de Extensão UGF I - Conversação em inglês para negócios

Extensão
- CONVERSAÇÃO EM INGLÊS

 

Publico Alvo:

Interessados em aperfeiçoar a
habilidade de conversação em inglês com ênfase em negócios.

Carga Horária: 30h

Cidade: São Paulo

Início e Horário

Turma 1 - 24/08/2011 (Quartas –
feiras, das 20h às 23h)

Turma 2 - 29/08/2011 (Segundas
– feiras, das 20h às 23h)

Conteúdo Programático

- Pronúncia: erros comuns e
técnicas de pronunciação

- Como evitar o sotaque
brasileiro

- Trabalhando as necessidades
do dia a dia

- expressões: a diferença entre
o formal e o informal

- Trabalhando o âmbito de
negócios: vocabulário corporativo

- Conversas ao telefone;
reuniões, apresentações; realizações de projetos; e negociações.

Corpo Docente

Prof. Fernando Réveilleau
Teixeira

Inscrições: http://pos.ugf.br/extensao/curso/conversacao-em-ingles





Capacitação Profissional em Vila Velha - ES

Ex-aluna do pós em Adaptada monta empresa de capacitação profissional em Vila Velha - ES e inicia atividades com importantes parcerias.
Profa. Michelli com prof. Luzimar na Central de Cursos em SP

Professora Michelli e Professor Luzimar

Professora Michelli e Professor Luzimar





Novidades do blog - Vídeos e Inglês para Mestrado

Algumas novidades aqui no blog:

Temos agora um canal no youtube que alguns já devem conhecer onde estão postados vídeos relativos aos assuntos tratados aqui no blog. Até o momento só estão os vídeos relativos a postura mas a partir da semana que vem mais serão adicionados. O canal do youtube é: http://www.youtube.com/user/luzimarteixeira

O curso de Inglês para Mestrado a ser ministrado na UGF pelo professor Fernando iniciará no próximo semestre com inscrições a partir da segunda quinzena de julho. O professor também ministrará cursos de conversação a serem melhor divulgados aqui futuramente. Não foi comentado mais nada aqui antes porque a UGF julgou melhor o início dele no segundo semestre e não no prmeiro semestre como noticiado alguns meses atrás no blog. O professor voltará a postar dicas de inglês e se disponibilizará para solucionar dúvidas com os textos disponíveis aqui no blog, sugestões sobre temas de inglês a serem tratados são bem vindas. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas nos comentários à esse e futuros posts. Atenciosamente,

Administração do blog

PS: O banco de textos foi atualizado e bastante conteúdo foi adicionado, verifiquem!!!





Está com Tendinite?

Descubra o que é tendinite e o que fazer neste caso….

Milena Dutra

Os tendões são estruturas fibrosas, com pouca vascularização (recebem pouco aporte sanguíneo), que têm como principal função transmitir a força gerada pelos músculos aos ossos, determinando os movimentos do nosso corpo. As tendinites podem ser denominadas como a inflamação de algum tendão.

Diversas são as causas que podem gerar um processo inflamatório sobre o tendão. Podemos citar: falta de alongamento e flexibilidade de algum grupo muscular, falta de aquecimento antes de atividades esportivas, excesso de movimentos repetitivos, sobrecarga dos treinamentos, excessivo manuseio de carga e calçado inadequado.

O diagnóstico é realizado através das queixas do atleta/paciente/aluno, o qual refere dor ao movimento. O professor deve avaliar o segmento acometido através da palpação do local da dor e observar presença de calor e rubor (vermelhidão) no local. Vale a pena orientar a realização de exames de ultra-som e/ou ressonância magnética por um especialista médico.

Entre as tendinites mais comuns podemos citar:

Tendinite dos flexores do punho

Conhecida como cotovelo de golfista ou epicondilite medial, acomete os tendões flexores do punho, gera dor na fece medial, interna do cotovelo e piora na pronação do antebraço.

Tendinite dos extensores do punho

Conhecida como cotovelo de tenista ou epicondilite lateral, acomete os tendões extensores do punho, gera dor na face lateral, (de fora) do cotovelo e piora na supinação do antebraço.

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Músculos flexores e extensores do punho

As epicondilites podem aparecer em qualquer idade mas é mais comum entre os 40- 50 anos, aparece não só em atletas mas também em trabalhadores que utilizam muito a articulação do cotovelo, cabeleireiros, cozinheiros, pintores etc…. até dona de casa.

Tendinite de Calcâneo (Aquiles)

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Tendão Calcaneo

Também conhecida como tendinite de Aquiles é a lesão inflamatória mais comum entre os corredores e acomete o tendão dos músculos da panturrilha (Tríceps Sural). As dores se localizam na região posterior do calcanhar. Essa lesão pode ocorrer por insuficiência e/ou desequilíbrio muscular da panturrilha, excesso e/ou aumento da carga de treinamento e uso de calçados inadequados para o esporte. Calçados sem elevação do calcanhar podem gerar esse tipo de tendinite.

Tendinite Patelar

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Tendão Patelar

Lesão conhecida como tendinite do saltador, acometia atletas de vôlei e basquete, porém, nos últimos anos vem aumentando o número de corredores com esse tipo de lesão. Acomete o tendão do músculo anterior da coxa (Quadríceps) e as dores são localizadas bem abaixo do osso patelar. Esse tipo de lesão pode ocorrer por movimentos repetitivos, excesso de treinamento e desequilíbrio dos músculos da coxa. Pode também estar associada com desalinhamento dos membros inferiores como: joelho valgo,
quadris largos (principalmente em mulheres) e pé plano (Chato), que pode gerar um desalinhamento patelar e assim um desarranjo no mecanismo extensor do joelho, evoluindo para condromalácea.

CUIDADO: Não entenda mau, não é que a tendinite evolui para condromalácea, e sim são problemas que podem acontecer concomitantemente principalmente em pessoas que apresentam aumento da obliqüidade femural e desvios angulares do joelho.

Existem inúmeras tendinites…..em outros posts listaremos mais algumas.

É importante realizar fisioterapia, o tratamento tem início cerca de 3 a 7 dias após a consulta e prescrição médica de antiinflamatórios. O Fisioterapeuta inicialmente realiza tratamento analgésico e antiinflamatório com recursos de eletroterapia e após a resolução da dor e do processo inflamatório começa a segunda etapa do tratamento que visa o reequilíbrio muscular (alongamentos e fortalecimentos).

IMPORTANTE: durante a fase de administração da medicação é necessário cessar a atividade que gera dor, ou seja deve-se respeitar um período de repouso relativo sem movimentação da estrutura inflamada por uma semana.

O objetivo geral da reabilitação é corrigir possíveis alterações posturais e passar orientações sobre calçados mais adequados, se necessário. Assim como restaurar a resistência muscular do segmento para que o mesmo suporte as cargas externas e melhor as distribua.

Se você não respeitar estas fases, uma simples tendinite pode evoluir para tendinose, tendinopatia (condição de degeneração do tendão) e até rotura parcial ou total do tendão.

Se este ultimo acontecer, só cirurgia…..

Prevenção: É possível realizar trabalhos preventivos com finalidade de evitar tendinites e outras lesões. O fisioterapeuta e o educador físico tem condições de implantar séries de alongamentos e fortalecimentos de forma periódica, bem como atuar na orientação sobre calçados e correções posturais.

Dica: Se você já apresentou caso anterior de tendinite ou tem dores nas regiões distais dos músculos próximo as articulações, procure um profissional especializado, médico, fisioterapeuta e/ou educador físico para o correto diagnóstico e tratamento, só assim você terá condições de continuar sua pratica esportiva  e atividades diárias com segurança.

Então não esqueça:

- Retire da atividade física do local afetado, pare de realizar o movimento que gere dor por 7 dias, se não conseguir diminua ao máximo.

- Use gelo diariamente por 25´ no local afetado nos primeiros 2 dias

- Não realizar fortalecimento e alongamento durante o processo de reparação ou enquanto tiver dor. Espere o processo inflamatório ceder e procure um profissional para lhe ajudar na reabilitação.

- Respeite o uso de antiinflamatórios (conforme indicação médica)

- Respeite imobilização e em alguns casos a reparação cirúrgica.

- Busque identificar a causa: patologias associadas, mecanismo esportivo, má postura em atividades diárias, lesão por esforço repetitivo etc…..

Cuide-se !!!





Atividade Física para Artrite Psoriásica

Diego Roger

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Símbolo da Escola Paulista de Medicina Universidade Federal de São Paulo- UNIFESP


Introdução: Artrite Psoriásica (APS), trata-se de uma doença articular inflamatória que acomete 3% a 30% dos pacientes com psoríase. Pertencente ao grupo heterogêneo das espondiloartrites que são caracterizadas por dor axial inflamatória associada à artrite predominantemente em grandes articulações de membros inferiores e entesopatias periféricas, além de achados radiológicos (sacroiliíte) e laboratoriais (soronegativa para o fator reumatoide). Objetivos: avaliar a eficácia do treinamento resistido na melhora da força, da qualidade de vida, da capacidade funcional e da atividade da doença em pacientes com APS. Materiais e métodos: Estudo controlado, randomizado com avaliador cego, onde serão avaliados 65 pacientes com APS divididos em dois grupos, intervenção e controle. População: Serão incluídos no estudo pacientes com diagnóstico confirmado de APS  com idade entre18 e 60 anos. Os pacientes do grupo intervenção realizarão exercícios resistidos para grupos musculares de membros superiores, membros inferiores e tronco. Para membros inferiores, serão utilizados para o treinamento, maquinas denominadas cadeira extensora-flexora e cadeira adutora-abdutora, para membros superiores serão utilizados, uma máquina de tríceps pulley e puxada frontal e halteres manuais. Para tronco, serão realizados exercícios no solo.. O treinamento será realizado 2 vezes por semana com duração de 60 minutos por sessão durante 12 semanas. O grupo controle ficará na lista de espera e será convidado a participar do programa após as 12 semanas de acompanhamento do estudo. Instrumentos de medidas: Força, através do teste de 1RM. Capacidade funcional: a)Pelo BASFI (The Bath Ankylosing Spondylitis Functional Index). b)HAQ-S: Health Assessment Questionnaire modificado para pacientes com EA na versão validada para a populacao brasileira. Atividade da doença: BASDAI (The Bath Ankylosing Spondylitis Disease Activity Index) b) DAS 28: (Disease Activity Score 28). Qualidade de vida: Será utilizado o SF-36 Short Form Health Survey.Análise estatística: Será utilizado o software SPSS versão 15.0 (Chicago, IL) para realizar a análise estatística dos dados. A estatística descritiva (média, desvio-padrão, intervalo de confiança 95%) será utilizada para a caracterização dos pacientes nos grupos. As variáveis contínuas iniciais dos 2 grupos serão comparadas através do test t-student (para variáveis com distribuição normal) e do teste de Mann-Whitney (para variáveis com distribuição não considerada normal). As variáveis categóricas serão avaliadas através do teste qui-quadrado. Para avaliar a resposta à intervenção será utilizada a análise de intenção de tratar (intention-to-treat). A análise de variância (ANOVA) com medidas repetidas será utilizada para avaliar a resposta ao tratamento intergrupo e intragrupo ao longo do tempo. O nível de significância estatística adotado será de 5%.

Os resultados finais e conclusão deste breve resumo vocês terão acesso em breve, este assunto instigante e escasso na literatura é o foco da dissertação de mestrado do professor Diego Roger pela Universidade Federal de São Paulo- UNIFESP, atuante na área de Ciências aplicada à Reumatologia, sob Orientação do Dr. Jamil Natour





Universidade Gama Filho com a maior Biblioteca Digital do Brasil


Luzimar Teixeira

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Logotipo da Universidade Gama Filho

Biblioteca Digital da Central de Cursos da Universidade Gama Filho torna-se a maior biblioteca digital do Brasil

Com seu acervo exclusivamente composto de textos completos e itens digitais integrais como sons e imagens, a Biblioteca Digital da Central de Cursos da Universidade Gama Filho ultrapassou a marca de um milhão de itens neste início de fevereiro de 2011, e torna-se a maior Biblioteca Digital do Brasil.

Como referência para esta marca, podemos citar a BDTD - Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, mantida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e baseada no mesmo conceito de compartilhamento de arquivos abertos, que segundo seu site possui um acervo de 152.546 itens de textos completos produzidos pelas universidades brasileiras.

Outra referência é a Biblioteca Domínio Público, mantida pelo Ministério da Educação, que disponibiliza para a população um total de 186.740 itens digitais integrais segundo seu site

A Biblioteca Digital da Central de Cursos da Universidade Gama Filho é um serviço de extensão universitária que disponibiliza gratuitamente para a população a totalidade dos acervos digitais de texto completo de bibliotecas de 1.435 universidades, artigos de 48 mil periódicos científicos, além dos bancos de dados de centros de pesquisa, bibliotecas nacionais e órgãos governamentais de 62 países, através da participação no consórcio internacional OAI - Open Archives Initiative, o maior compartilhamento de informação científica da história.

O acervo da Biblioteca Digital da Central de Cursos é formado pelas teses e dissertações de mestrado e doutorado de importantes universidades do exterior como, por exemplo, Harvard, Yale, Berkeley, Oxford, Cambridge, Universidade de Paris, Universidade Complutense de Madrid e Universidade do Porto, além de instituições de ensino superior brasileiras como a USP, Unicamp, UFRJ, UFMG, UNB e FGV.

Também estão integrados acervos digitalizados de várias Bibliotecas Nacionais, como a do Congresso Americano, Biblioteca Nacional da França, da Espanha e de Portugal.

O usuário encontra os artigos completos de periódicos como os precedings da Revista Nature e as coleções abertas da PubMed Americana e PubMed Britânica. A integração ibero-americana é enfatizada através da integração com a REDALYC, a maior rede científica de publicações da América Latina.

No âmbito do direito nacional, a Biblioteca Digital da Central de Cursos é integrada com o CNJ - Conselho Nacional de Justiça, STJ - Supremo Tribunal de Justiça, além de vários Tribunais Regionais do Trabalho, que disponibilizam milhares de pareceres, teses, discursos e sessões jurídicas.

Tendo em vista o cenário nacional, 55% do acervo é formado por produções em língua portuguesa, com destaque para as 22 universidades de Portugal participantes do consórcio OAI. A biblioteca apresenta uma interface simples e intuitiva, com resultados rápidos e relevantes, de modo a ser usável por todos os públicos.

Em dois meses de existência foram registrados cinco milhões de buscas, demonstrando a aceitação do grande público a esta iniciativa, conforme repercussão na mídia, com destaque ao portal GIZMODO, maior portal de tecnologia do mundo, que recomendou: “O link para a Biblioteca Digital da Central de Cursos da Universidade Gama Filho tem obrigação moral de estar entre os seus favoritos”. www.posugf.com.br/biblioteca.

Portal Fator Brasil - Geral