Novidades do blog – Vídeos e Inglês para Mestrado

Algumas novidades aqui no blog:

Temos agora um canal no youtube que alguns já devem conhecer onde estão postados vídeos relativos aos assuntos tratados aqui no blog. Até o momento só estão os vídeos relativos a postura mas a partir da semana que vem mais serão adicionados. O canal do youtube é: http://www.youtube.com/user/luzimarteixeira

O curso de Inglês para Mestrado a ser ministrado na UGF pelo professor Fernando iniciará no próximo semestre com inscrições a partir da segunda quinzena de julho. O professor também ministrará cursos de conversação a serem melhor divulgados aqui futuramente. Não foi comentado mais nada aqui antes porque a UGF julgou melhor o início dele no segundo semestre e não no prmeiro semestre como noticiado alguns meses atrás no blog. O professor voltará a postar dicas de inglês e se disponibilizará para solucionar dúvidas com os textos disponíveis aqui no blog, sugestões sobre temas de inglês a serem tratados são bem vindas. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas nos comentários à esse e futuros posts. Atenciosamente,

Administração do blog

PS: O banco de textos foi atualizado e bastante conteúdo foi adicionado, verifiquem!!!





Está com Tendinite?

Descubra o que é tendinite e o que fazer neste caso….

Milena Dutra

Os tendões são estruturas fibrosas, com pouca vascularização (recebem pouco aporte sanguíneo), que têm como principal função transmitir a força gerada pelos músculos aos ossos, determinando os movimentos do nosso corpo. As tendinites podem ser denominadas como a inflamação de algum tendão.

Diversas são as causas que podem gerar um processo inflamatório sobre o tendão. Podemos citar: falta de alongamento e flexibilidade de algum grupo muscular, falta de aquecimento antes de atividades esportivas, excesso de movimentos repetitivos, sobrecarga dos treinamentos, excessivo manuseio de carga e calçado inadequado.

O diagnóstico é realizado através das queixas do atleta/paciente/aluno, o qual refere dor ao movimento. O professor deve avaliar o segmento acometido através da palpação do local da dor e observar presença de calor e rubor (vermelhidão) no local. Vale a pena orientar a realização de exames de ultra-som e/ou ressonância magnética por um especialista médico.

Entre as tendinites mais comuns podemos citar:

Tendinite dos flexores do punho

Conhecida como cotovelo de golfista ou epicondilite medial, acomete os tendões flexores do punho, gera dor na fece medial, interna do cotovelo e piora na pronação do antebraço.

Tendinite dos extensores do punho

Conhecida como cotovelo de tenista ou epicondilite lateral, acomete os tendões extensores do punho, gera dor na face lateral, (de fora) do cotovelo e piora na supinação do antebraço.

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Músculos flexores e extensores do punho

As epicondilites podem aparecer em qualquer idade mas é mais comum entre os 40- 50 anos, aparece não só em atletas mas também em trabalhadores que utilizam muito a articulação do cotovelo, cabeleireiros, cozinheiros, pintores etc…. até dona de casa.

Tendinite de Calcâneo (Aquiles)

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Tendão Calcaneo

Também conhecida como tendinite de Aquiles é a lesão inflamatória mais comum entre os corredores e acomete o tendão dos músculos da panturrilha (Tríceps Sural). As dores se localizam na região posterior do calcanhar. Essa lesão pode ocorrer por insuficiência e/ou desequilíbrio muscular da panturrilha, excesso e/ou aumento da carga de treinamento e uso de calçados inadequados para o esporte. Calçados sem elevação do calcanhar podem gerar esse tipo de tendinite.

Tendinite Patelar

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Tendão Patelar

Lesão conhecida como tendinite do saltador, acometia atletas de vôlei e basquete, porém, nos últimos anos vem aumentando o número de corredores com esse tipo de lesão. Acomete o tendão do músculo anterior da coxa (Quadríceps) e as dores são localizadas bem abaixo do osso patelar. Esse tipo de lesão pode ocorrer por movimentos repetitivos, excesso de treinamento e desequilíbrio dos músculos da coxa. Pode também estar associada com desalinhamento dos membros inferiores como: joelho valgo,
quadris largos (principalmente em mulheres) e pé plano (Chato), que pode gerar um desalinhamento patelar e assim um desarranjo no mecanismo extensor do joelho, evoluindo para condromalácea.

CUIDADO: Não entenda mau, não é que a tendinite evolui para condromalácea, e sim são problemas que podem acontecer concomitantemente principalmente em pessoas que apresentam aumento da obliqüidade femural e desvios angulares do joelho.

Existem inúmeras tendinites…..em outros posts listaremos mais algumas.

É importante realizar fisioterapia, o tratamento tem início cerca de 3 a 7 dias após a consulta e prescrição médica de antiinflamatórios. O Fisioterapeuta inicialmente realiza tratamento analgésico e antiinflamatório com recursos de eletroterapia e após a resolução da dor e do processo inflamatório começa a segunda etapa do tratamento que visa o reequilíbrio muscular (alongamentos e fortalecimentos).

IMPORTANTE: durante a fase de administração da medicação é necessário cessar a atividade que gera dor, ou seja deve-se respeitar um período de repouso relativo sem movimentação da estrutura inflamada por uma semana.

O objetivo geral da reabilitação é corrigir possíveis alterações posturais e passar orientações sobre calçados mais adequados, se necessário. Assim como restaurar a resistência muscular do segmento para que o mesmo suporte as cargas externas e melhor as distribua.

Se você não respeitar estas fases, uma simples tendinite pode evoluir para tendinose, tendinopatia (condição de degeneração do tendão) e até rotura parcial ou total do tendão.

Se este ultimo acontecer, só cirurgia…..

Prevenção: É possível realizar trabalhos preventivos com finalidade de evitar tendinites e outras lesões. O fisioterapeuta e o educador físico tem condições de implantar séries de alongamentos e fortalecimentos de forma periódica, bem como atuar na orientação sobre calçados e correções posturais.

Dica: Se você já apresentou caso anterior de tendinite ou tem dores nas regiões distais dos músculos próximo as articulações, procure um profissional especializado, médico, fisioterapeuta e/ou educador físico para o correto diagnóstico e tratamento, só assim você terá condições de continuar sua pratica esportiva  e atividades diárias com segurança.

Então não esqueça:

- Retire da atividade física do local afetado, pare de realizar o movimento que gere dor por 7 dias, se não conseguir diminua ao máximo.

- Use gelo diariamente por 25´ no local afetado nos primeiros 2 dias

- Não realizar fortalecimento e alongamento durante o processo de reparação ou enquanto tiver dor. Espere o processo inflamatório ceder e procure um profissional para lhe ajudar na reabilitação.

- Respeite o uso de antiinflamatórios (conforme indicação médica)

- Respeite imobilização e em alguns casos a reparação cirúrgica.

- Busque identificar a causa: patologias associadas, mecanismo esportivo, má postura em atividades diárias, lesão por esforço repetitivo etc…..

Cuide-se !!!





Atividade Física para Artrite Psoriásica

Diego Roger

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Símbolo da Escola Paulista de Medicina Universidade Federal de São Paulo- UNIFESP


Introdução: Artrite Psoriásica (APS), trata-se de uma doença articular inflamatória que acomete 3% a 30% dos pacientes com psoríase. Pertencente ao grupo heterogêneo das espondiloartrites que são caracterizadas por dor axial inflamatória associada à artrite predominantemente em grandes articulações de membros inferiores e entesopatias periféricas, além de achados radiológicos (sacroiliíte) e laboratoriais (soronegativa para o fator reumatoide). Objetivos: avaliar a eficácia do treinamento resistido na melhora da força, da qualidade de vida, da capacidade funcional e da atividade da doença em pacientes com APS. Materiais e métodos: Estudo controlado, randomizado com avaliador cego, onde serão avaliados 65 pacientes com APS divididos em dois grupos, intervenção e controle. População: Serão incluídos no estudo pacientes com diagnóstico confirmado de APS  com idade entre18 e 60 anos. Os pacientes do grupo intervenção realizarão exercícios resistidos para grupos musculares de membros superiores, membros inferiores e tronco. Para membros inferiores, serão utilizados para o treinamento, maquinas denominadas cadeira extensora-flexora e cadeira adutora-abdutora, para membros superiores serão utilizados, uma máquina de tríceps pulley e puxada frontal e halteres manuais. Para tronco, serão realizados exercícios no solo.. O treinamento será realizado 2 vezes por semana com duração de 60 minutos por sessão durante 12 semanas. O grupo controle ficará na lista de espera e será convidado a participar do programa após as 12 semanas de acompanhamento do estudo. Instrumentos de medidas: Força, através do teste de 1RM. Capacidade funcional: a)Pelo BASFI (The Bath Ankylosing Spondylitis Functional Index). b)HAQ-S: Health Assessment Questionnaire modificado para pacientes com EA na versão validada para a populacao brasileira. Atividade da doença: BASDAI (The Bath Ankylosing Spondylitis Disease Activity Index) b) DAS 28: (Disease Activity Score 28). Qualidade de vida: Será utilizado o SF-36 Short Form Health Survey.Análise estatística: Será utilizado o software SPSS versão 15.0 (Chicago, IL) para realizar a análise estatística dos dados. A estatística descritiva (média, desvio-padrão, intervalo de confiança 95%) será utilizada para a caracterização dos pacientes nos grupos. As variáveis contínuas iniciais dos 2 grupos serão comparadas através do test t-student (para variáveis com distribuição normal) e do teste de Mann-Whitney (para variáveis com distribuição não considerada normal). As variáveis categóricas serão avaliadas através do teste qui-quadrado. Para avaliar a resposta à intervenção será utilizada a análise de intenção de tratar (intention-to-treat). A análise de variância (ANOVA) com medidas repetidas será utilizada para avaliar a resposta ao tratamento intergrupo e intragrupo ao longo do tempo. O nível de significância estatística adotado será de 5%.

Os resultados finais e conclusão deste breve resumo vocês terão acesso em breve, este assunto instigante e escasso na literatura é o foco da dissertação de mestrado do professor Diego Roger pela Universidade Federal de São Paulo- UNIFESP, atuante na área de Ciências aplicada à Reumatologia, sob Orientação do Dr. Jamil Natour





Universidade Gama Filho com a maior Biblioteca Digital do Brasil


Luzimar Teixeira

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Logotipo da Universidade Gama Filho

Biblioteca Digital da Central de Cursos da Universidade Gama Filho torna-se a maior biblioteca digital do Brasil

Com seu acervo exclusivamente composto de textos completos e itens digitais integrais como sons e imagens, a Biblioteca Digital da Central de Cursos da Universidade Gama Filho ultrapassou a marca de um milhão de itens neste início de fevereiro de 2011, e torna-se a maior Biblioteca Digital do Brasil.

Como referência para esta marca, podemos citar a BDTD – Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, mantida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e baseada no mesmo conceito de compartilhamento de arquivos abertos, que segundo seu site possui um acervo de 152.546 itens de textos completos produzidos pelas universidades brasileiras.

Outra referência é a Biblioteca Domínio Público, mantida pelo Ministério da Educação, que disponibiliza para a população um total de 186.740 itens digitais integrais segundo seu site

A Biblioteca Digital da Central de Cursos da Universidade Gama Filho é um serviço de extensão universitária que disponibiliza gratuitamente para a população a totalidade dos acervos digitais de texto completo de bibliotecas de 1.435 universidades, artigos de 48 mil periódicos científicos, além dos bancos de dados de centros de pesquisa, bibliotecas nacionais e órgãos governamentais de 62 países, através da participação no consórcio internacional OAI – Open Archives Initiative, o maior compartilhamento de informação científica da história.

O acervo da Biblioteca Digital da Central de Cursos é formado pelas teses e dissertações de mestrado e doutorado de importantes universidades do exterior como, por exemplo, Harvard, Yale, Berkeley, Oxford, Cambridge, Universidade de Paris, Universidade Complutense de Madrid e Universidade do Porto, além de instituições de ensino superior brasileiras como a USP, Unicamp, UFRJ, UFMG, UNB e FGV.

Também estão integrados acervos digitalizados de várias Bibliotecas Nacionais, como a do Congresso Americano, Biblioteca Nacional da França, da Espanha e de Portugal.

O usuário encontra os artigos completos de periódicos como os precedings da Revista Nature e as coleções abertas da PubMed Americana e PubMed Britânica. A integração ibero-americana é enfatizada através da integração com a REDALYC, a maior rede científica de publicações da América Latina.

No âmbito do direito nacional, a Biblioteca Digital da Central de Cursos é integrada com o CNJ – Conselho Nacional de Justiça, STJ – Supremo Tribunal de Justiça, além de vários Tribunais Regionais do Trabalho, que disponibilizam milhares de pareceres, teses, discursos e sessões jurídicas.

Tendo em vista o cenário nacional, 55% do acervo é formado por produções em língua portuguesa, com destaque para as 22 universidades de Portugal participantes do consórcio OAI. A biblioteca apresenta uma interface simples e intuitiva, com resultados rápidos e relevantes, de modo a ser usável por todos os públicos.

Em dois meses de existência foram registrados cinco milhões de buscas, demonstrando a aceitação do grande público a esta iniciativa, conforme repercussão na mídia, com destaque ao portal GIZMODO, maior portal de tecnologia do mundo, que recomendou: “O link para a Biblioteca Digital da Central de Cursos da Universidade Gama Filho tem obrigação moral de estar entre os seus favoritos”. www.posugf.com.br/biblioteca.

Portal Fator Brasil – Geral





Uma taça de vinho para uma boa saúde

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Taça com vinho tinto

Marcelo Pereira, Milena Dutra e Luzimar Teixeira

Cabernet Sauvignon, Carménère, Malbec, Shiraz, Pinot Noir…

Qual será o que combina melhor com cada refeição: carnes vermelhas, massas, queijos…

Enfim, as opções são muitas quando entramos em uma adega e nos deparamos com uma diversidade de vinhos de diferentes regiões e diferentes safras.

Registros históricos mostram que o processo de vinificação teve início no Egito antigo, por volta de 3000 a.C. Mais tarde, o grande cientista grego Hipócrates (460 a.C. – 377 a.C.), considerado o pai da Medicina, escreveria em seus documentos a indicação do vinho como anti-inflamatório. A Bíblia também relata seu consumo em celebrações, além de uma conhecida passagem onde Jesus teria transformado água em vinho. Mas, o que importa para nós é que com a evolução da ciência dos alimentos, o vinho passou a ser considerado por nutricionistas como um alimento funcional, pois possui substâncias que podem auxiliar no combate a diversas doenças, tais como diabetes, hipertensão, cardiopatias e, até mesmo, o câncer.

Tanto na casca quanto na polpa da uva concentram-se substâncias antioxidantes que combatem o envelhecimento celular. Nas sementes também estão compostos antioxidantes importantes, como o tanino, por exemplo. Porém, o componente da uva mais estudado devido aos seus efeitos benéficos à saúde, e que está presente no vinho, é oresveratrol, um polifenol flavonóide abundante na casca das uvas e sintetizado em resposta ao estresse causado por fungos, irradiação de luz ultravioleta ou, até mesmo, danos mecânicos ao fruto. Quanto mais intensa a cor das uvas e, consequentemente, do vinho, tanto maior será sua quantidade de polifenóis. Por isso, o vinho tinto apresenta uma quantidade maior de polifenóis em relação aos outros vinhos, além do seu processo de fabricação também contribuir com essa maior concentração.

resveratrol diminui os níveis de lipídeos no sangue e a agregação plaquetária; aumenta os níveis do colesterol HDL e reduz os níveis de LDL, impedindo a obstrução das artérias; sendo eficaz na prevenção das doenças do sistema circulatório.

Dentre os demais benefícios do resveratrol está sua alta atividade antioxidante. Já a atividade anti-inflamatória é explicada pela inibição da enzima cicloxigenase, inibindo também a síntese de tromboxinas, atuando, portanto, como um agente anticoagulante. O resveratrol possui uma estrutura molecular similar à do estrogênio sintético, portanto tem propriedades farmacológicas próximas à do estrogênio humano, podendo, assim, substituir parcialmente este hormônio no tratamento de mulheres após a menopausa.

Além disso, o resveratrol pode atuar de diferentes formas diretamente sobre o desenvolvimento de células tumorais, uma delas é pela inibição da via metabólica do ácido araquidônico, responsável por induzir a gênese de tumores; outra forma é pela inibição da proteína Cquinase, um promotor do crescimento tumoral. Estudos também indicam que os benefícios do resveratrol sobre o câncer estão relacionados à potencialização da ação dos medicamentos quimioterápicos.

Isso significa, então, que tomar vinho previne uma série de doenças?

De certa forma, ainda não podemos afirmar.

Os estudos conduzidos trabalham com doses elevadas dos flavonóides do vinho. Para que essas doses sejam alcançadas seria necessário o consumo diário de vários litros de vinho, o que é inviável devido ao seu teor alcoólico e ao elevado custo de uma garrafa de boa procedência. Porém, a descoberta do chamado “Paradoxo Francês” foi fundamental para acelerar as pesquisas sobre os benefícios do vinho. Apesar de os franceses apresentarem níveis de colesterol similares aos dos norte-americanos, a taxa de mortalidade da população francesa por doenças do sistema cardiovascular corresponde a cerca de um terço da mesma taxa observada nos Estados Unidos. Para os pesquisadores, a causa dessa contradição é bastante simples: o francês está habituado a degustar algumas taças de vinho durante suas refeições.

Mais uma vez, a ciência dos alimentos está ao nosso favor.

E você, já decidiu qual garrafa vai abrir para o jantar?

Para maiores informações, acesse:

http://dialogos.ftc.br/index.php?option=com_content&task=view&id=58&Itemid=4

Lippi, G.; et al. Moderate red wine consuption and cardiovascular disease risk: beyond the “French paradox”. Seminars in thrombosis and hemostasis 36(1): 57-70, 2010.





Cerveja para ossos mais fortes!?

Marcelo Pereira, Milena Dutra e Luzimar Teixeira

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Esqueleto bebendo cerveja

Quem nunca apreciou um bom copo de cerveja em um dia quente de verão, ou em uma roda de amigos em plena sexta-feira após o expediente de trabalho? Pois, o conhecido “suco de cevada” pode oferecer benefícios à saúde comprovados cientificamente. Um estudo norte-americano publicado no Journal of the Science of Food and Agriculture sugere que a cerveja é uma fonte de silício, mineral necessário para melhorar a densidade óssea. De acordo com o estudo, o silício é encontrado no grão da cevada e está em maiores quantidades nas cervejas claras. Nas cervejas escuras, devido ao processo de torração do grão, há uma redução na quantidade de silício.

O Departamento de Ciência dos Alimentos da Universidade da Califórnia analisou diversas marcas de cerveja e constatou uma quantidade de silício variável entre 6,4 mg/L e 56,5 mg/L. Entretanto não existem quantidades estabelecidas para o consumo diário de silício, uma vez que esse mineral não é considerado essencial.       Interessante é a pesquisa revelar que o consumo moderado de cerveja pode ajudar a prevenir, e mesmo combater, a osteoporose; doença que provoca diminuição da densidade óssea aumentando o risco de fraturas.

Porém, antes de abrir a próxima lata é necessário cautela. Apesar de quantidades moderadas de álcool (a cerveja, por exemplo, possui cerca de 5%) mostrarem benefícios em relação à densidade óssea, sabe-se que a ingestão de grandes quantidades de álcool pode causar enfraquecimento dos ossos, aumentando o risco de fraturas.    Além disso, nutricionistas afirmam que o consumo diário de silício para o aumento da densidade mineral óssea não deve ser comparado ao de cálcio e vitamina D.

Obviamente, o estudo afirma que grandes quantidades de álcool não devem ser ingeridas diariamente, devido aos males já conhecidos. Além disso, a pesquisa não recomenda o consumo de álcool como agente terapêutico contra a desmineralização óssea. Mas, da próxima vez em que você abrir uma cerveja na companhia dos amigos já tem algo de positivo para pensar, sabendo que a ciência dos alimentos evolui e nos permite aproveitar os prazeres da boa mesa.

Para maiores informações, acesse:

http://www.healthzone.ca/health/yourhealth/agingwell/article/762782–beer-builds-better-bones-study-finds

http://www.webmd.com/osteoporosis/news/20100208/beer-for-better-bones





EXTRA ! EXTRA! Jornal Globo informa:

Materia jornal globo: especialização garante a medalha de ouro na área de educação física - Entrevsta com os professores: Alexandre Evangelista  e Luzimar Teixeira

Materia jornal globo: especialização garante a medalha de ouro na área de educação física - Entrevsta com os professores: Alexandre Evangelista e Luzimar Teixeira





Aula de Hidro em Curitiba

Meus queridos alunos das turmas 1638 e 1279, vejam como ficamos nas fotos, na nossa última aula neste fim de semana que passou. Forte abraço, professora Milena Dutra
Aula de hidro em Curitiba
Aula de hidro em Curitiba
Meus queridos alunos da turma 1638 e 1279, vejam como ficamos nas fotos, na nossa última aula neste fim de semana que passou. Forte abraço, professora Milena Dutra

Aula de hidro em Curitiba

Estas representam nossa confraternização final é claro, aprendemos muito sobre as técnicas de reabilitação na água, nesses dias. Obrigada pelo empenho de todos e até a próxima.

Milena





Inglês para Mestrado e Doutorado – Usos do ING

Leia o texto abaixo:

 

 

“Since the first reported use of ‘‘adrenal substance’’ for acute asthma in 1900, adrenergic receptor agonists have long been the agents of choice for relieving acute symptoms of asthma. Considerable pharmacologic research has subsequently gone into the development of variations of these receptor agonists, resulting in agents with more specific targeting of the b2-adrenergic receptor and much longer duration of action.” (Trecho extraído de “Long-acting b-agonists and exercise” de Miles Weinberger, MD)

 

Escolhi esse trecho no intuito de discutir aqui a utilização do ing nos verbos em inglês. Nesse excerto temos três diferentes usos que são frequentemente confundidos, sendo feita aqui uma breve explanação que será incrementada conforme dúvidas surgirem.

Começo pela palavra resulting, que faz uso do ing na sua forma mais conhecida, a do gerúndio, ou seja, quando se trata de algo que está acontecendo no momento referido,ou, para me utilizar de um conhecido ‘macete’ de estudantes de inglês: verbos terminados em ing geralmente são traduzidos por verbos em português terminados em –ando, -endo, -indo, no caso ‘resultando’. Tal macete, no entanto, pode levar a erros ao lidar com textos mais complexos. 

Na segunda linha do texto o termo relieving é traduzido não como gerúndio no português, mas sim como infinitivo, pois se refere ao agir em si, ao ato de “aliviar sintomas agudos da asma.” Esse uso do ing é típico quando é antecedido de uma preposição, no caso for, indicando propósito, objetivo.

No terceiro uso do texto targeting se trata de um verbo sendo utilizado como substantivo, aqui se fala do ato em si, que nesse caso se traduz livremente por ‘objetivação’ ou ‘escolha de alvos’. Esse sentido do uso do ing fica mais claro quando se observa que um adjetivo (specific nesse caso) antecede a palavra.

Essa explicação não pretende esgotar o assunto nem mesmo explicar profundamente o uso do ing, mas apenas dar algumas dicas e incitar os interessados a enviarem dúvidas através dos comentários.

PS: Aceito sugestões de trechos de textos presentes aqui no blog que estejam causando dificuldades.

 

 

 

 

 

 

 





Inglês para Mestrado e Doutorado

livros abertos em inglês
Fernando Réveilleau Teixeira

Dificuldades na leitura de artigos em inglês? Não sabe diferenciar advérbios de verbos? Confunde tempos verbais? A partir de hoje estarei a disposição para solucionar dúvidas relativas às suas leituras. Envie nos comentários as suas dúvidas, que responderei o quanto antes para que você não fique defasado na sua bibliografia.

Semanalmente farei recomendações de leituras e darei pequenas dicas que facilitarão o seu estudo. Futuramente ministrarei um curso na Universidade Gama Filho voltado para o inglês instrumental (foco na leitura) visando justamente aqueles estudantes de inglês intermediário que necessitam aperfeiçoar os seus conhecimentos, preparando-os para a leitura acadêmica em inglês. O nome do curso será Inglês para Mestrado e Doutorado, e preparará os alunos inclusive para as provas de proeficiência dos processos seletivos da pós-graduação.