<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	>

<channel>
	<title>Luzimar Teixeira - Atividade Física Adaptada e Saúde</title>
	<atom:link href="http://www.luzimarteixeira.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.luzimarteixeira.com.br</link>
	<description>Atividade Física Adaptada e Saúde</description>
	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:17:36 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Inclusão Acontece na Prática ?</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/inclusao-acontece-na-pratica/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/inclusao-acontece-na-pratica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milena Dutra</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Deficiência Mental]]></category>

		<category><![CDATA[inclusão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3644</guid>
		<description><![CDATA[Milena Dutra
A deficiência intelectual nas escolas
Na procura de uma compreensão mais global das deficiências em geral,em 1980, a OMS, propôs três níveis para esclarecer todas as deficiências, asaber: deficiência, incapacidade e desvantagem social. Em 2001, essa classificação foi revista e reeditada não contendo mais uma sucessão lineardos níveis, mas indicando a interação entre as funções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Milena Dutra</span></strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 238px"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_4AsGSGyXkXM/SeuFO21lA2I/AAAAAAAABBw/hVRk0qf4PKg/s320/inclusão+4.JPG"><img class="   " title="Crianças com deficiência (física, auditiva, visual e mental) e sem deficiência, na frente da escola- Inclusão ou Integração?" src="http://2.bp.blogspot.com/_4AsGSGyXkXM/SeuFO21lA2I/AAAAAAAABBw/hVRk0qf4PKg/s320/inclusão+4.JPG" alt="http://2.bp.blogspot.com/_4AsGSGyXkXM/SeuFO21lA2I/AAAAAAAABBw/hVRk0qf4PKg/s320/inclusão+4.JPG" width="228" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças com deficiência (física, auditiva, visual e mental) e sem deficiência, na frente da escola- Inclusão ou Integração?</p></div>
<p>A deficiência intelectual nas escolas</p>
<p style="text-align: justify; ">Na procura de uma compreensão mais global das deficiências em geral,em 1980, a OMS, propôs três níveis para esclarecer todas as deficiências, asaber: deficiência, incapacidade e desvantagem social. Em 2001, essa classificação foi revista e reeditada não contendo mais uma sucessão lineardos níveis, mas indicando a interação entre as funções orgânicas, as atividades e a participação social. O importante dessa nova definição é que ela destaca ofuncionamento global da pessoa em relação aos fatores contextuais e do meio,re-situando-a entre as demais e rompendo o seu isolamento. Essa definição motivou a proposta de substituir a terminologia &#8220;pessoa deficiente&#8221; por &#8220;pessoaem situação de deficiência&#8221; (Assante, 2000).</p>
<p style="text-align: justify; ">A idéia dessa proposta é a demostrar a vantagem de integrar os efeitos do meio nas apreciações da capacidadede autonomia de uma pessoa com deficiência. Em conseqüência uma pessoa pode sentir uma discriminação em um meio que constitui para ela barreiras que apenas destacam a sua deficiência, ou ao contrário ter acesso a esse meio,graças às transformações deste para atender as suas necessidades. A Convenção da Guatemala, internalizada à Constituição Brasileira peloDecreto 3956/2001, no seu artigo 1º define deficiência como [...] &#8220;uma restriçãofísica, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita acapacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária, causadaou agravada pelo ambiente econômico e social&#8221;. Essa definição ratifica adeficiência como uma situação.</p>
<p style="text-align: justify; ">A deficiência mental constitui um impasse para o ensino na escola comum e para a definição do seu atendimento especializado, pela complexidade do seuconceito e pela grande quantidade e variedades de abordagens do mesmo. A dificuldade em se detectar com clareza os diagnósticos de deficiência mental tem levado a uma série de definições e revisões do seu conceito. A medidado coeficiente de inteligência (QI) foi utilizada durante muitos anos como parâmetrode definição dos casos. O próprio CID 10 (Código Internacional de Doenças,desenvolvida pela Organização Mundial de Saúde), ao especificar o Retardo Mental (F70-79) propõe uma definição ainda baseada no coeficiente de inteligência, classificando-o entre leve, moderado e profundo, conforme o comprometimento. Também inclui vários outros sintomas de manifestações dessa deficiência como: a[...] &#8220;dificuldade do aprendizado e comprometimento do comportamento&#8221;, o quecoincide com outros diagnósticos e de áreas diferentes. O diagnóstico na deficiência mental não se esclarece por uma causa orgânica, nem tão pouco pela inteligência, sua quantidade, supostas categoriase tipos. Tanto as teorias psicológicas desenvolvimentistas, como as de caráter sociológico, antropológico têm posições assumidas diante da condição mental das pessoas, mas ainda assim, não se consegue fechar um conceito único que dê conta dessa intrincada condição.</p>
<p style="text-align: justify; ">A Psicanálise, por exemplo, traz a dimensão do inconsciente, uma importante contribuição que introduz os processos psíquicos na determinaçãode diversas patologias, como a questão da deficiência mental. A inibição,desenvolvida por Freud, pode-se definir pela limitação de determinadas atividades, causada por um bloqueio de algumas funções, como pensamento,por exemplo. Além de toda essa pluralidade de conceitos e que em muitos casos são antagônicos, existe a dificuldade de se estabelecer um diagnóstico diferencial entre o que seja &#8220;doença mental&#8221; e &#8220;deficiência mental&#8221;, principalmente no caso de crianças pequenas que estão na idade escolar. Por todos esses motivos, há uma busca de encampar esse problema o mais amplamente possível, introduzindo dimensões de diferentes áreas do conhecimentona tentativa de abranger o fenômeno mental. Em suma, a deficiência mental não se esgota na sua condição orgânica e/ou intelectual e nem pode ser definida por um único saber. Ela é uma interrogação e objeto de investigação para todas as áreas do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify; ">A dificuldade de se precisar um conceito de deficiência mental trouxe conseqüências indeléveis na maneira das demais pessoas lidarem com a deficiência. O medo da diferença e do desconhecido é responsável, em grande parte, pela discriminação que afeta as escolas e a sociedade em relação àspessoas com deficiência em geral, mas principalmente àquelas com deficiência mental..Ainda podemos acrescentar a resistência institucional que contribuipara aumentar e manter a discriminação. Por essas razões, e pelos princípios inclusivos, esse atendimento seja na escola comum, ou nos locais reservados ao atendimento educacional e/ou clínico especializado, necessita ser reinterpretado e reestruturados.</p>
<p style="text-align: justify; ">A escola comum diante da deficiência mental</p>
<p style="text-align: justify; ">O que era?</p>
<p style="text-align: justify; ">A deficiência mental coloca em xeque a função primordial da escola comum que é a produção do conhecimento, pois o aluno com essa deficiência tem uma maneira própria de lidar com o saber que, invariavelmente, não corresponde ao ideal da escola. Na verdade, não corresponder ao esperado pode acontecer com todo e qualquer aluno, mas os alunos com deficiência mental denunciam a impossibilidade de atingir esse ideal, de forma tácita. Eles não permitem que a escola dissimule essa verdade. As outras deficiências não abalam tanto a escola comum, pois não tocam no cerne e no motivo da sua urgente transformação: entender a produção do conhecimento acadêmico como uma conquista individual.</p>
<p style="text-align: justify; ">O aluno com deficiência mental tem dificuldade de construir conhecimento como os demais e de demonstrar a sua capacidade cognitiva,principalmente nas escolas que mantêm um modelo conservador de atuação e uma gestão autoritária e centralizadora. Essas escolas apenas acentuam adeficiência e, em conseqüência, aumentam a inibição, reforçam os sintomas existentes e agravam as dificuldades do aluno com deficiência mental. Tal situação ilustra o que a definição da Organização Mundial de Saúde - OMS de 2001 e a Convenção da Guatemala acusam como agravante da situação dedeficiência. O caráter elitista, meritocrático, homogeneizador e competitivo dessas escolas oprimem o professor e o reduz a uma situação de isolamento e impotência, principalmente frente aos seus alunos com deficiência mental, pois são aqueles que mais amarram o desenvolvimento do processo escolar, em todos os seus níveis e séries. Diante disso, a saída encontrada pela maioria desses professores é desvencilhar-se desses alunos que não acompanham as turmas, encaminhando-os para qualquer outro lugar que supostamente entenda como ensiná-los. O número de alunos categorizados como deficientes mentais foi ampliado enormemente, abrangendo todos aqueles que não demonstram bom aproveitamento escolar e com dificuldades de seguir as normas disciplinaresda escola. O aparecimento de novas terminologias e outras contribuem para aumentar a confusão entre casos de deficiência mental e aqueles que apenas apresentam problemas na aprendizagem, por motivos que muitas vezes são devidos às próprias práticas escolares. Caso as escolas não mudarem, essa situação de excludência generalizada tenderá a aumentar, provocando cada vez mais queixas vazias e maior.</p>
<p style="text-align: justify; ">O desconhecimento e a busca de soluções imediatistas para resolver apremência da observância do direito de todos a educação fez com que algumas escolas procurassem soluções paliativas, que envolvem todo tipo de adaptação:de currículos, de atividades, de avaliação, de atendimento em sala de aula quese destinam unicamente aos alunos com deficiência. Essas soluções continuammantendo o caráter substitutivo da Educação Especial, especialmente quandose trata de alunos com deficiência mental.Tais práticas adaptativas funcionam como um regulador externo da aprendizagem e estão baseadas nos propósitos e procedimentos de ensino quedecidem &#8220;o que falta&#8221; ao aluno de uma turma de escola comum. Em outras palavras, ao adaptar currículos, selecionar atividades e formular provas diferentes para alunos com deficiência e/ou dificuldade de aprender, o professor interfere de fora, submetendo os alunos ao que supõe que eles sejam capazesde aprender.</p>
<p style="text-align: justify; ">O que precisa ser?</p>
<p style="text-align: justify; ">Na concepção inclusiva, a adaptação ao conteúdo escolar é realizada pelo próprio aluno e testemunha a sua emancipação intelectual. Essa emancipação é conseqüência do processo de auto-regulação da aprendizagem,em que o aluno assimila o novo conhecimento, de acordo com suas possibilidades de incorporá-lo ao que já conhece. Entender este sentido emancipador da adaptação intelectual é sumamente importante para o professor. Aprender é uma ação humana criativa, individual heterogênea e reguladapelo sujeito da aprendizagem, independentemente de sua condição intelectualser mais ou ser menos privilegiada. São as diferentes idéias, opiniões, níveis decompreensão que enriquecem o processo escolar e que clareiam o entendimentodos alunos e professores - essa diversidade deriva das formas singulares denos adaptarmos cognitivamente a um dado conteúdo e da possibilidade de nosexpressarmos abertamente sobre ele.Já ensinar é um ato coletivo, no qual o professor disponibiliza a todosalunos sem exceção um mesmo conhecimento.Ao invés de adaptar e individualizar/diferenciar o ensino para alguns, aescola comum precisa recriar suas práticas, mudar suas concepções, rever seupapel, sempre reconhecendo e valorizando as diferenças. As práticas escolares que permitem ao aluno aprender e ter reconhecido se valorizados os conhecimentos que é capaz de produzir, segundo suaspossibilidades, são próprias de um ensino escolar que se distingue peladiversidade de atividades. O professor, na perspectiva da educação inclusiva,não é aquele que ministra um &#8220;ensino diversificado&#8221;, para alguns, mas aquele- que prepara atividades diversas para seus alunos (com e sem deficiência) ao trabalhar um mesmo conteúdo curricular. As atividades não são graduadas,para atender a níveis diferentes de compreensão e estão disponíveis na sala de aula para que seus alunos as escolham livremente, de acordo com o interesseque têm por elas.Para exemplificar essa prática consideremos, por exemplo, o ensino dos planetas do sistema solar para uma turma de alunos com e sem deficiências. As atividades podem variar de propostas de elaboração de textos; construir maquetesdo sistema planetário; realizar pesquisas em livros, revistas, jornais, internet; confeccionar cartazes; fazer leitura interpretativa de textos literários e poesias;realizar de um seminário com apresentação do tema; dentre outras. O aluno com deficiência mental, assim como os demais colegas, escolhe a atividade que mais lhe interessar, pois a sua capacidade de desempenho e dos colegas não é pré-definida pelo professor. Essa prática é distinta daquelas que habitualmente encontramosnas salas de aulas, nas quais o professor escolhe e determina uma atividade para todos os alunos realizarem individualmente e uniformemente, sendo que para os alunos com deficiência mental ele oferece uma outra atividade facilitada sobre o mesmo assunto ou até mesmo sobre outro completamente diferente. Contraditoriamente essa prática discriminatória tem sido adotada para se impedira &#8220;exclusão na inclusão&#8221;. Utilizando como exemplo esse mesmo conteúdo - oensino dos planetas do sistema solar, é comum o professor selecionar uma atividade de leitura e interpretação de textos para todos os alunos cabendo àquele com deficiência mental apenas colorir um dos planetas. Modificar essa prática é uma verdadeira revolução, que implica eminovações na forma de o professor e o aluno avaliarem o processo de ensino ede aprendizagem. Ela desmonta de uma só vez o caráter homogeneizador da aprendizagem e elimina todas as demais características excludentes das escolas comuns que adotam propostas pedagógicas conservadoras. A prática escolar inclusiva provoca necessariamente a cooperação entre todos os alunos e o reconhecimento de que ensinar uma turma é, na verdade, trabalhar com umgrande grupo e com todas as possibilidades de se subdividi-lo. Dessa forma,nas subdivisões de uma turma, os alunos com deficiência mental podem aderira qualquer grupo de colegas, sem formar um grupo à parte, constituído apenasde alunos com deficiência e/ou problemas na aprendizagem. Para conseguir trabalhar dentro dessa proposta educacional, o professor precisa contar com o respaldo de uma direção escolar e de especialistas(orientadores, supervisores educacionais e outros), que adotam um modo degestão escolar, verdadeiramente participativa e descentralizada. Muitas vezes o professor tem idéias novas para colocar em ação em sua sala de aula, mas não é bem recebido pelos colegas e pelos demais membros da escola, devido ao descompasso entre o que está propondo e o que a escola tem o hábito de fazer para o mesmo fim. Será que isso acontece na realidade ou é somente uma lei registrada no papel sem aplicação prática?</p>
<p style="text-align: justify; ">Bibliografia:</p>
<p style="text-align: justify; ">
<p style="text-align: justify; ">MEC- MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Educação Inclusiva: atendimento educacional especializado para a deficiência mental. Brasília – 2006</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/inclusao-acontece-na-pratica/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Educação Inclusiva</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/educacao-inclusiva/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/educacao-inclusiva/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milena Dutra</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Deficiências]]></category>

		<category><![CDATA[Deficiência Física]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3594</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="560" height="340" data="http://www.youtube.com/v/nisvNAzYjzU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nisvNAzYjzU&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/educacao-inclusiva/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Aula do NAFAS- Núcleo de Atividade Física Adaptada e Saúde</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/aula-do-nafas-nucleo-de-atividade-fisica-adaptada-e-saude/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/aula-do-nafas-nucleo-de-atividade-fisica-adaptada-e-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 11:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarida Castro Leal</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Escola de Postura CEPE-USP]]></category>

		<category><![CDATA[CEPE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3637</guid>
		<description><![CDATA[
Desporto e Bem-Estar - 3ª Ano / 6º Semestre
Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria
Intercâmbio na Universidade de São Paulo – Brasil
09 Março de 2010

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/Xs0QmRFGgnE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Xs0QmRFGgnE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong><span lang="PT">Desporto e Bem-Estar - 3ª Ano / 6º Semestre</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><strong><span lang="PT">Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><span lang="PT">Intercâmbio na Universidade de São Paulo – Brasil</span></p>
<p class="MsoNormal" align="center"><span lang="PT">09 Março de 2010</span></p>
<div style="text-align: -webkit-center;"></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/aula-do-nafas-nucleo-de-atividade-fisica-adaptada-e-saude/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pós-Graduação em Atividade Física Adaptada e Saúde</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/pos-graduacao-em-atividade-fisica-adaptada-e-saude/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/pos-graduacao-em-atividade-fisica-adaptada-e-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Programas Personalizados em Saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3378</guid>
		<description><![CDATA[Luzimar Teixeira
Estão abertas as inscrições para a pós-graduação em atividade física adaptada e saúde da Universidade Gama Filho.  Com uma renomada equipe de professores, o curso é oferecido em várias cidades. Conheça mais acessando o site www.posugf.com.br



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Luzimar Teixeira</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Estão abertas as inscrições para a pós-graduação em atividade física adaptada e saúde da Universidade Gama Filho.  Com uma renomada equipe de professores, o curso é oferecido em várias cidades. Conheça mais acessando o site <a href="http://www.posugf.com.br/cursos/curso-atividade-fisica-adaptada-e-saude" target="_blank">www.posugf.com.br</a></span></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-weight: normal;"><a href="http://www.posugf.com.br/cursos/curso-atividade-fisica-adaptada-e-saude"><img class="size-large wp-image-3376 aligncenter" title="atividade-fisica-adaptada-e-saude" src="http://www.luzimarteixeira.com.br/wp-content/uploads/2009/05/atividade-fisica-adaptada-e-saude-483x1024.jpg" alt="atividade-fisica-adaptada-e-saude" width="483" height="1024" /></a><br />
</span></strong></p>
<p style="text-align: center;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/pos-graduacao-em-atividade-fisica-adaptada-e-saude/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>QUE TIPO DE ATIVIDADES FÍSICAS VOCÊ DEVE ESCOLHER ?</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/que-tipo-de-atividades-fisicas-voce-deve-escolher/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/que-tipo-de-atividades-fisicas-voce-deve-escolher/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milena Dutra</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Programas Personalizados em Saúde]]></category>

		<category><![CDATA[atividade física]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3602</guid>
		<description><![CDATA[Bruno Zwarg




A saúde é definida como um estado de completo bem-estar físico, mental, social e espiritual, e não somente a ausência  de doenças ou enfermidades. Essa é a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Saúde e aptidão física andam lado a lado, para manter a ausência de doenças e incapacidade física, você precisa fazer um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Bruno Zwarg</span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 231px"><a href="http://www.eliminandopeso.com.br/wp-content/uploads/2008/02/exercicios.gif"><img class="  " title="Mulher praticando natação, jovem ciclista e homem jogando tênis" src="http://www.eliminandopeso.com.br/wp-content/uploads/2008/02/exercicios.gif" alt="http://www.eliminandopeso.com.br/wp-content/uploads/2008/02/exercicios.gif" width="221" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Mulher praticando natação, jovem ciclista e homem jogando tênis</p></div>
<p></strong></p>
<p>A saúde é definida como um estado de completo bem-estar físico, mental, social e espiritual, e não somente a ausência  de doenças ou enfermidades. Essa é a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<p>Saúde e aptidão física andam lado a lado, para manter a ausência de doenças e incapacidade física, você precisa fazer um pequeno investimento de alguns minutos semanais realizando exercícios físicos.</p>
<p>A inatividade, a dieta rica em gordura, o estresse elevado, o abuso de álcool e drogas, o tabagismo são fatores que contribuem para doenças tais como osteoporose, diabetes, cirrose, hipertensão, obesidade, derrame, etc&#8230;</p>
<p>Verifique com seu professor/treinador qual o treino ideal para a sua faixa etária. Se você é uma pessoa sedentária, o educador físico o ajudará a encontrar um programa adequado às suas necessidades e condições físicas.</p>
<p>Você pode ser submetido a um teste de condicionamento físico (Esse teste é realizado em algumas academias), a fim de determinar suas reais capacidades e identificar seus potenciais riscos.</p>
<p>Se sua capacidade cardiovascular não é digamos &#8220;um motor 16V&#8221;, são várias as atividades para melhorá-la como caminhar, pedalar, nadar, pular corda, assim como a prática de atividades esportivas.</p>
<p>A musculação pode fazer parte de seu programa de exercícios regulares, desde que seja bem planejada.</p>
<p align="center"><strong>O QUE VOCÊ PRECISA SABER ANTES DE COMEÇAR ?</strong></p>
<p>Ao escolher um programa de exercícios, tenha em mente alguns fatores:</p>
<ul class="unIndentedList">
<li> Seu estado de saúde e suas capacidades físicas;</li>
<li> Você é sociável ? Veja seus interesses, pois em alguns horários uma academia parece uma feira de tão cheia;</li>
<li> Localidade. Saiba em que academia estará entrando, veja se há profissionais credenciados e legalizados;</li>
<li> Seu programa de exercícios deve ser divertido, prazeroso e não cansativo. Deverá ser recompensador para estimulá-lo a continuar seu programa fielmente;</li>
<li> Para seu conforto compre calçados adequados e apropriados à atividade;</li>
</ul>
<p>Seja qual for a sua escolha de atividade física, lembre-se:</p>
<p>Todo exercício deve ser iniciado com um aquecimento. Isso ajudará a reduzir o risco de lesões durante as atividades mais vigorosas. Depois do aquecimento comece o período de condicionamento. Se você exercitar-se regularmente, estará apto a aumentar a intensidade e duração de atividades gradualmente. Ao terminar seu programa, não saia correndo desesperado, você também deve se recuperar em poucos minutos para não se sentir exausto pelo resto do dia. Uma caminhada e um alongamento vão muito bem.</p>
<p>E depois que começar os exercícios não pare! Não faça desse período apenas uma moda. Isso é um hábito a ser explorado por todos pelo resto de suas vidas. Se você para de se exercitar, pode ter certeza de que seus efeitos benéficos irão ser engolidos pelo sedentarismo gradativamente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/que-tipo-de-atividades-fisicas-voce-deve-escolher/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Comunicado Importante!!!</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/comunicado-importante/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/comunicado-importante/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milena Dutra</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<category><![CDATA[Comunicado]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=2365</guid>
		<description><![CDATA[
Caros alunos e apreciadores do blog, informamos que a área de alunos está temporariamente incompleta. Por motivos técnicos estamos reconstruindo o banco de textos para melhor atende-los.


Pedimos desculpas e agradecemos a compreensão de todos.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h1 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Caros alunos e apreciadores do blog, informamos que a área de alunos está temporariamente incompleta. Por motivos técnicos estamos reconstruindo o banco de textos para melhor atende-los.</span></span></h1>
<h1 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><br />
</span></h1>
<h1 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ff0000;">Pedimos desculpas e agradecemos a compreensão de todos.</span></span></h1>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/comunicado-importante/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Um Verão sem Alergias</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/um-verao-sem-alergias/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/um-verao-sem-alergias/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 13:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milena Dutra</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Asma e Alergias]]></category>

		<category><![CDATA[Alergias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3128</guid>
		<description><![CDATA[

Durante o verão, entre meados de novembro até fim de janeiro, a incidência de alergias - especialmente as de pele - aumenta drasticamente entre a população. As principais alergias que ocorrem nesse período são as urticárias, as dermatites de contato por cosméticos, alergias por insetos, reações por alimentos e medicamentos, enfim, uma gama enorme de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Durante o verão, entre meados de novembro até fim de janeiro, a incidência de alergias - especialmente as de pele<strong> </strong>- aumenta drasticamente entre a população<strong>. </strong>As principais alergias que ocorrem nesse período são as urticárias, as dermatites de contato por cosméticos, alergias por insetos, reações por alimentos e medicamentos, enfim, uma gama enorme de possibilidades. Essas alergias podem causar sintomas que vão desde uma simples coceira pelo corpo até problemas graves como o edema de glote e o choque anafilático. Então, é muito importante conhecê-las melhor, preveni-las e, se possível, combatê-las adequadamente.<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Pensando nisso, a primeira loja brasileira de produtos produzidos especialmente para alérgicos, a Alergoshop, desenvolveu junto com a Agência AQR, uma campanha para o conhecimento e prevenção dos principais problemas causados por essas alergias.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Para entender quais situações evitar neste verão, entre no site da Alergoshop, pois foi desenvolvido um pequeno teste com uma animação interessante, que ensina, de maneira divertida, utilizando uma linguagem simples direta e interativa, algumas dicas práticas sobre o assunto. E é justamente esse o grande diferencial dessa campanha. Para ter acesso a esse conteúdo, basta acessar<a href="http://www.alergoshop.com.br/verao"> www.alergoshop.com.br/verao</a></p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/YtsgI4QJAg4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YtsgI4QJAg4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/03/um-verao-sem-alergias/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Objetivos do Exercício Físico para o DPOC</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/02/objetivos-do-exercicio-fisico-para-o-dpoc/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/02/objetivos-do-exercicio-fisico-para-o-dpoc/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 13:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>clovis</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[DPOC]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3486</guid>
		<description><![CDATA[Clóvis Sousa

 A intolerância ao exercício físico é manifestação comum em pacientes 
com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Anteriormente esta intolerância era atribuída exclusivamente ao distúrbio 
respiratório que esses indivíduos apresentam, no entanto, 
recentemente se tem verificado que a disfunção muscular esquelética 
periférica é fator importante para a diminuição da capacidade 
para realizar exercícios nesses doentes.





Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Clóvis Sousa</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"> A intolerância ao exercício físico é manifestação comum em pacientes <strong></p>
<p style="display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Anteriormente esta intolerância era atribuída exclusivamente ao distúrbio </span></p>
<p style="display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">respiratório que esses indivíduos apresentam, no entanto, </span></p>
<p style="display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">recentemente se tem verificado que a disfunção muscular esquelética </span></p>
<p style="display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">periférica é fator importante para a diminuição da capacidade </span></p>
<p style="display: inline !important;"><span style="font-weight: normal;">para realizar exercícios nesses doentes.</span></p>
<p></strong></span></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_3503" class="wp-caption alignright" style="width: 161px"><img class="size-full wp-image-3503 " title="Paciente com DPOC" src="http://www.luzimarteixeira.com.br/wp-content/uploads/2010/02/dpoc.jpg" alt="DPOC com disfunção muscular esquelética" width="151" height="214" /><p class="wp-caption-text">DPOC com disfunção muscular esquelética</p></div>
<p></strong></p>
<p>Como dissemos no Post anterior, há atualmente, grande número de terapias úteis no processo de reabilitação de indivíduos com DPOC: oxigenoterapia, tratamentos cirúrgicos, educação em saúde, aconselhamento nutricional, exercícios resistivos para musculatura respiratória, suplementação de esteróides anabolizantes, a suplementação de creatina e a estimulação elétrica neuromuscular (EENM). Contudo, há evidências de que o exercício físico é a conduta mais efetiva na reabilitação pulmonar. Lembrando que a Reabilitação Pulmonar envolve 4 componentes e não somente o exercício físico, além do exercício físico, envolve tratamento medicamentoso, <span>treinamento da musculatura </span><span>ventilatória, e programa educacional e intervenções psicossociais e comportamentais.</span></p>
<p>Há algum tempo o condicionamento físico vem sendo parte obrigatória no tratamento de portadores de DPOC. Estes pacientes apresentam intolerância ao exercício de intensidade variável e relacionada à disfunção muscular esquelética. Neste sentido, o exercício físico apresenta-se como ramo mais importante no processo de reabilitação pulmonar. O exercício aeróbio e o treino de força com pesos são fundamentais no incremento de capacidade física e qualidade de vida, principalmente naqueles indivíduos que apresentam as formas moderada ou grave da DPOC.</p>
<p>Os objetivos do exercício físico para o DPOC envolvem:</p>
<p><span>- Maximizar a terapia medicamentosa; </span></p>
<p><span>- Educação do paciente;</span></p>
<p><span>- Modificar o estilo de vida;</span></p>
<p><span>- Melhorar a força muscular e a resistência cardiovascular (aumentar a capacidade respiratória);</span></p>
<p><span>- Diminuir a falta de ar e as crises.</span></p>
<p>Até a próxima quando falaremos sobre programas/tipos de exercício físico e seus efeitos no DPOC</p>
<p>Até lá!</p>
<p><span><br />
</span></p>
<p>Referências</p>
<p>American Thoracic Society-European Respiratory Society. Skeletal muscle dysfunction in chronic obstructive pulmonary disease. Am J Respir Crit Care Med 1999;159:S1-28.</p>
<p>Cooper CB. Exercise in chronic obstructive pulmonary disease: limitations and rehabilitation. Med Sci Sports Exerc 2001;33:S643-6.</p>
<p>Debigaré R, Côté CH, Maltais F. Peripheral muscle wasting in chronic obstructive pulmonary disease – Clinical relevance and mechanisms. Am J Respir Crit Care Med 2001;164:1712-7.</p>
<p>Gosselink R, Troosters T, Decramer M. Distribution of muscle weakness in patients with stable chronic obstructive pulmonary disease. J Cardiopulm Rehabil 2000;20:353-60.</p>
<p>Spruit MA, Gosselink R, Troosters T, De Paepe K, Decramer M. Resistance versus endurance training in patients with COPD and peripheral muscle weakness. Eur Respir J 2002;19:1072-8.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/02/objetivos-do-exercicio-fisico-para-o-dpoc/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Como se relacionar com pessoas com necessidades especiais ?- Parte II</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/01/como-se-relacionar-com-pessoas-com-necessidades-especiais-parte-ii/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/01/como-se-relacionar-com-pessoas-com-necessidades-especiais-parte-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 15:25:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milena Dutra</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Deficiência Visual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3365</guid>
		<description><![CDATA[Milena Dutra

Como se relacionar com deficientes visuais?
Guie com segurança pessoas com deficiência visual:
Para guiar uma pessoa com deficiência visual, devemos deixá-la segurar nosso braço, de preferência no cotovelo ou no ombro, para que ela sinta nossos movimentos e possa nos acompanhar. Evite pegá-la pelo braço, sem permissão,e principalmente puxá-la comvocê, pois, além de ser perigoso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Milena Dutra</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong></p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: mceinline;">Como se relacionar com deficientes visuais?</span></span></h2>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 197px"><a href="http://cauemathias.files.wordpress.com/2009/04/deficientevisualcaoguia1.jpg"><img class="   " title="Deficiente visual deambulando com o seu cão guia" src="http://cauemathias.files.wordpress.com/2009/04/deficientevisualcaoguia1.jpg" alt="http://cauemathias.files.wordpress.com/2009/04/deficientevisualcaoguia1.jpg" width="187" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">Deficiente visual deambulando com o seu cão guia</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Guie com segurança pessoas com deficiência visual:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Para guiar uma pessoa com deficiência visual, devemos deixá-la segurar nosso braço, de preferência no cotovelo ou no ombro, para que ela sinta nossos movimentos e possa nos acompanhar. Evite pegá-la pelo braço, sem permissão,e principalmente puxá-la comvocê, pois, além de ser perigoso, isso pode assustá-la. Descreva o trajeto. Durante o trajeto, avise à pessoa comdeficiência visual sobre a existência de degraus, meios-fios, obstáculos arquitetônicos etc., para evitar acidentes. Procure descrever todo o percurso, para situar melhor quem está sendo guiado. Quando for subir ou descer uma escada, por exemplo, indique o número de degraus, o lado do corrimão e onde ela termina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ajude-a a sentar:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong> Para ajudar uma pessoa com deficiência visual a sentar-se, quando ela assim o solicitar, guie-a até a cadeira e oriente-a sobre a localização do braço seu braço para trás, para que a pessoa possa continuar seguindo você. Converse à vontade. Não devemos ficar receosos quando nos comunicamos com um deficiente visual. Não existem palavras que não possam ser ditas, como &#8220;veja&#8221; e &#8220;olhe&#8221;, pois elas também pertencem ao vocabulário dessas pessoas. Não há nenhum problema em dizer, por exemplo: &#8220;O senhor já viu a nova opção de investimento que o banco está oferecendo?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Identifique-se sempre:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Sempre se identifique para a pessoa com deficiência visual, quando ela chegar ou quando você se aproximar, para que ela possa reconhecê-lo.  Ao seafastar, informe-a, para evitar uma situação desagradável. Ela pode não perceber que você saiu e ficar falando sozinha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Sorria através de gestos:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Não deixe de apertar a mão de uma pessoacom deficiência visual ao encontrá-la ou ao despedir-se. O aperto de mãovai substituir o seu sorriso<strong>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leia tudo em voz alta!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar a vida do indivíduo com deficiência visual, é importante ler em voz alta todos os documentos, textos dados em aula, e descrever as figuras</p>
<p style="text-align: justify;">Deficiência Visual é aquela deficiência que, por motivo de perda ou anomalia congênita ou adquirida, parcial ou total, de estrutura ou função da visão, pode ocasionar restrições da capacidade de interpretação sobreas condições de segurança, de orientação e de mobilidade deveres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lembre-se de que adeficiência é visual:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Evite falar muito alto com uma pessoacom deficiência visual. Lembre-se deque ela não enxerga, mas escuta. A audição dela, em geral, além de preservada, é até mais desenvolvida. Evite falar com as mãos. Muitas vezes, gesticulamos indicando direções, esse tipode informação não faz sentido. Nesses casos, procure sempre acrescentar detalhes precisos de distância e direção.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se esqueça de oferecer sua ajudacomo guia, mas não se surpreenda se elepreferir ir sozinho. Isso mostra apenas que ele é independente. Fique deolho aberto, as pessoas com deficiência visual correm o risco de acidentes por não perceberem obstáculos: podem tropeçar, esbarrare cair. Os locais de passagemdevem estar sempre livres, inclusive as calçadas, as entradas e estacionamentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Faça umreconhecimento de área:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Em ambientes desconhecidos ou situações novas, como nas primeiras visitas a um local, ofereça à pessoa com deficiênciavisual o maior número de informações possível sobre o espaço, para que ela possa se localizar e se orientar com maior liberdade nas próximasvezes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evite tocar nocãozinho bonitinho</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>Por mais tentador que seja acariciar umcão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão não pode ser desviado do seu dever de guia.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/01/como-se-relacionar-com-pessoas-com-necessidades-especiais-parte-ii/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Como se relacionar com pessoas com necessidades especiais ?- Parte I</title>
		<link>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/01/como-se-relacionar-com-pessoas-com-necessidades-especiais-parte-i/</link>
		<comments>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/01/como-se-relacionar-com-pessoas-com-necessidades-especiais-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 17:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milena Dutra</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Deficiências]]></category>

		<category><![CDATA[deficientes]]></category>

		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luzimarteixeira.com.br/?p=3183</guid>
		<description><![CDATA[
Milena Dutra



Quantas pessoas são deficientes no Brasil? 
Segundo dados estimados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para países em desenvolvimento em tempos de paz, 10 % da população é formada por pessoas com deficiência sendo que, dessas, 50% de Deficiência Mental, 20% de Deficiência Física, 15% de Deficiência  Auditiva, 10% de Deficiência   Múltipla e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">
<p class="H3" style="text-align: justify; "><strong><span style="text-decoration: underline;">Milena Dutra</span></strong></p>
<p class="H3" style="text-align: justify; "><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 125px"><a href="http://g3petropolis.files.wordpress.com/2009/09/cadeirante-copy.jpg"><img class="   " title="Menino Cadeirante" src="http://g3petropolis.files.wordpress.com/2009/09/cadeirante-copy.jpg" alt="Menino cadeirante" width="115" height="100" /></a><p class="wp-caption-text">Menino Cadeirante</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 93px"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_iAd3qOwV4cc/R6rQ7xN0hXI/AAAAAAAAAII/_sCapmT5wZk/s320/muletas.gif"><img title="Menina com Muletas" src="http://4.bp.blogspot.com/_iAd3qOwV4cc/R6rQ7xN0hXI/AAAAAAAAAII/_sCapmT5wZk/s320/muletas.gif" alt="Menina com Muletas" width="83" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Menina com Muletas</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_OsT3ERsyJ5I/STcD2lshYhI/AAAAAAAAAac/zHEfdLO6-R0/s400/deficiente+visual.jpg"><img title="Menina Deficiente Visual" src="http://1.bp.blogspot.com/_OsT3ERsyJ5I/STcD2lshYhI/AAAAAAAAAac/zHEfdLO6-R0/s400/deficiente+visual.jpg" alt="Menina Deficiente Visual" width="120" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Menina Deficiente Visual</p></div>
<p class="H3" style="text-align: justify; "><strong>Quantas pessoas são deficientes no Brasil? </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">Segundo dados estimados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) para países em desenvolvimento em tempos de paz, 10 % da população é formada por pessoas com deficiência sendo que, dessas, 50% de Deficiência Mental, 20% de Deficiência Física, 15% de Deficiência  Auditiva, 10% de Deficiência   Múltipla e 5% de Deficiência Visual.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">De acordo com esse documento, existem cerca de 24,5 milhões de pessoas no Brasil, ou 14,5% da população total.<br />
Desses, 8,3% possuem deficiência mental, 4,1% deficiência física, 22,9% deficiência motora, 48,1% deficiência visual e 16,7% deficiência auditiva.</p>
<p class="H3" style="text-align: justify; "><strong>Quais são as principais causas da ocorrência de deficiências? </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; ">Segundo estimativas publicadas no site do MEC, 30% das deficiências são causadas por doenças em geral, 20% por problemas congênitos, 20% por desnutrição, 7% por acidentes domésticos, 5,5% por acidentes de trânsito, 2,5% devido a acidentes de trabalho e15% por outras causas.</p>
<p style="text-align: justify; "><span>Calcula-se que só 2% das pessoas portadoras de deficiência são atendidas pelo poder público e que, com ações de prevenção, sete em cada dez casos de deficiência poderiam ser evitados</span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Como se relacionar com as Pessoas com Necessidades Especiais?</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">
<p>Para se ter uma idéia do que esses números significam, basta imaginar que, se cada uma dessas pessoas fizer parte de uma família, teremos por volta de 95 milhões de brasileiros, direta ou indiretamente, convivendo com a situação – segundo o IBGE, a família média brasileira é formada por 3,9 membros.</p>
<p>As pessoas com necessidades especiais têm a sua dificuldade agravada pelas barreiras que encontram no processo de inclusão social. Por falta de informação, nem todos sabem exatamente como se relacionar com elas, muito menos entendem a importância da diversidade. Acabam, por isso, criando verdadeiros obstáculos para um efetivo relacionamento interpessoal.</p>
<p><strong>Atenda prioritariamente:</strong></p>
<p>Você sabe por que é que existe o atendimento prioritário?</p>
<p>Não é só porque existe uma lei determinando isso. É uma questão de respeito e educação. O alcance visual de uma pessoa em cadeira de rodas é diferente daquele das pessoas que estão em pé na fila. Após algum tempo, essa situação causa uma sensação bastante incômoda. Para pessoas que utilizam muletas, bengalas ou andadores, pessoas idosas (com 65 anos completos ou mais), gestantes, ou pessoas com criança de colo, ficar muito tempo em pé representa um grande esforço. Por isso, elas devem ser atendidas o mais rapidamente possível. Seja um promotor da acessibilidade</p>
<p>Repare se onde você trabalha  tem melhorias para atender as pessoas com necessidades especiais. É muito fácil. Confira e a entrada oferece condições de acesso para quem tem alguma dificuldade de locomoção, se há condições internas para a circulação de uma pessoa em cadeira de rodas e se há sinalização adequada. Caso haja banheiro para uso de clientes, veja se ele precisa ser adaptado.</p>
<p>Se perceber algo que possa ser feito, comente com o seu gerente, para que ele possa encaminhar a sua proposta à área responsável.</p>
<p><strong>Evite perguntas indiscretas:</strong></p>
<p>Prestar um bom atendimento aos clientes com necessidades especiais é muito simples. Basta tratá-los como às demais pessoas. A partir daí, é só agir com naturalidade, mas sem se esquecer de uma dose extra de bom senso. Evite perguntas indiscretas e constrangedoras, como:</p>
<p>“O que aconteceu para você ficar assim?”</p>
<p>Ou comentários do tipo:</p>
<p>“Deve ser difícil não poder andar!”</p>
<p>Tenha cuidado para não ofender. Evite usar expressões pejorativas para se referir às pessoas com necessidades especiais (“aquele ceguinho”, “o aleijado”). São ofensivas. Chame-as pelo nome. Se não souber, pergunte-lhes gentilmente. Evite generalizar . Não pense que todas as pessoas com necessidades especiais são iguais, porque não são. Cada uma possui uma personalidade e particularidades que a diferenciam das outras. Não generalize! Evite tomar um caso conhecido e usá-lo como se fosse um padrão para todos os demais. Lembre-se de que não existe um perfil que defina todas as “pessoas com necessidades especiais”, pois, entre elas, encontramos toda a diversidade humana. Compreenda que existem necessidades diferentes. Lembre-se de que cada tipo de deficiência traz consigo diferentes necessidades.</p>
<p>Uma pessoa que não enxerga possui dificuldades e necessidades distintas de outra que anda com auxílio de muletas. Basicamente, as pessoas com deficiência visual atravessam dificuldades relacionadas com a orientação. Quem tem sua mobilidade reduzida, como um usuário de cadeira de rodas, enfrenta dificuldades de locomoção. Já as pessoas com deficiência auditiva encontram obstáculos na comunicação. Ofereça liberdade de escolha As pessoas com necessidades especiais normalmente podem tomar suas próprias decisões e assumir a responsabilidade por suas escolhas. Evite, portan- to, dizer-lhes o que devem fazer. Pergunte gentilmente o que querem e como desejam fazê-lo. Respeite a liberdade de escolha.</p>
<p><strong>Destaque o que é positivo:</strong></p>
<p>Todos nós temos nossas limitações, assim como temos nosso potencial de realização pessoal. Para as pessoas com necessidades especiais, a regra é a mesma. Ter uma deficiência não faz com que uma pessoa seja melhor ou pior do que as outras. É apenas uma limitação. Por causa da deficiência, essa pessoa pode apresentar dificuldades para realizar algumas atividades, mas ter extrema habilidade para outras. Exatamente como todo mundo. O que vale é destacar o potencial, as habilidades, o talento. Encarando as limitações dessa maneira, elas passam despercebidas.</p>
<p><strong>Evite ignorar:</strong></p>
<p>Quando quiser alguma informação de uma pessoa com necessidade especial, se dirija diretamente a ela, e não ao acompanhante, se houver algum. Ajude só quando for necessário.</p>
<p><strong>Quando quiser ajudar, se ofereça:</strong></p>
<p><strong></strong>Mas espere sua oferta ser aceita. Se a pessoa aceitar, procure perguntar qual a forma mais adequada para auxiliá-la. Não se ofenda se a sua ajuda for recusada. Nem sempre as pessoas com necessidades especiais precisam de ajuda. Às vezes, uma determinada atividade pode ser mais bem desenvolvida sem assistência. Mantenha o bom humor. Se ocorrer alguma situação embaraçosa, use uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor para resolvê-la. Isso nunca falha.</p>
<p><strong>Pessoas Especiais?</strong></p>
<p><strong>Pessoas com Necessidades Especiais</strong></p>
<p>São pessoas com alguma deficiência física ou mobilidade reduzida, visual,  auditiva e mental.</p>
<p>Mais especiais ainda, são  aquelas que se permitem ajudar, não por simples educação ou dever, mas por compaixão ao próximo!!!</p>
<p>Bibliografia: Cartilha desenvolvida como texto de apoio pela Federação Brasileira de Bancos de São Paulo</p>
<p style="text-align: justify; "><span><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luzimarteixeira.com.br/2010/01/como-se-relacionar-com-pessoas-com-necessidades-especiais-parte-i/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
